Por aí…com João Nunes – As águas de março e as novidades da coluna mais lida e comentada da região sul do país….

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A mulher investe no mercado financeiro Foto: Visual Hunt/No Sofá

Bienal de Curitiba promove palestra com a artista argentina Dolores Cáceres na UFPR

Dolores Caceres no MON

A artista Dolores Cáceres, também conhecida como Dolores de Argentina, retorna à Curitiba para uma palestra gratuita e aberta ao público na Universidade Federal do Paraná, e para realizar a performance de encerramento da obra-instalação “Que Soy”: uma plantação de 10 mil sementes de soja no gramado do Museu Oscar Niemeyer. A obra propõe uma reflexão acerca dos problemas gerados pelo agronegócio e pela monocultura, além de resgatar a história da soja ao longo dos séculos. A obra teve início em outubro de 2018, integrando a programação da Bienal de Curitiba 2018 | 25 Anos, e ao longo dos últimos meses, despertou a curiosidade de centenas de visitantes.

A palestra acontecerá nesta quinta-feira, 7 de março, no Campus DeArtes da UFPR, às 10h. A artista abordará o tema Public Art, uma das vertentes artísticas mais fortes em sua trajetória. A Public Art é conceito artístico segundo o qual o artista se manifesta como ator e agente social, trabalhando com temas da realidade política e social que o cerca. Além do tema, Dolores Cáceres também falará sobre sua trajetória e sobre seus principais trabalhos.

Na sexta-feira, 8 de março, a partir das 9h da manhã, Dolores Cáceres realizará uma performance que encerra sua obra “Que Soy”, instalada no gramado do Museu Oscar Niemeyer. Ao longo do dia, Dolores fará a colheita das 10 mil sementes de soja que foram plantadas em outubro de 2018, e desde então têm crescido no gramado do MON – a obra “Que Soy” propõe uma reflexão acerca dos impactos ambientais e socioeconômicos do agronegócio e foi notícia em veículos nacionais e internacionais.

Serviço No Sofá:

Palestra com a artista argentina Dolores Cáceres

Local: Departamento de Artes da Universidade Federal do Paraná

Data: 07 de março de 2019 às 10h. 

Entrada Gratuita

 

Protesto de Dolores Carcere no MON

***** Perfil da mulher investidora no mercado financeiro está mudando, diz especialista

 Embora ainda sejam minoria no mercado financeiro, pesquisas recentes apontam que as mulheres ganham mais na Bolsa de Valores do que os homens

A mulher investe no mercado financeiro
Foto: Visual Hunt/No Sofá

As mulheres avançam em várias áreas do mercado de trabalho e do conhecimento, mas ainda são minoria no mercado financeiro, embora invistam mais do que em épocas anteriores. Para o sócio-proprietário da Goldrock Investimentos em Curitiba, Paulo Trauchinski, a questão é cultural, mas está mudando. “Os dados do IBGE mostram que mais de um quarto dos domicílios brasileiros está sob o comando exclusivo das mulheres e recorrer a investimentos financeiros para incrementar a renda da família pode ser uma boa saída para elas também”, avalia.

Dados recentes do Tesouro brasileiro mostram que apenas 25,2% investem em Tesouro Direto, e na Bolsa de Valores – a B3 – esses números caem para 11,08%. No entanto, em 2002, a presença feminina era menor no Tesouro Direto e contava com 7,6% das mulheres. No final de 2016, o Tesouro computou 271,5 mil mulheres cadastradas contra 854,7 mil homens. Trauchinski acredita também que o fato de as mulheres ganharem menos que os homens, faz com que elas tenham um orçamento menor para investir no mercado financeiro.

Perfil

Na avaliação do sócio-proprietário da Goldrock Investimentos, a mulher brasileira é mais conservadora do que os homens quando investe no mercado financeiro e opta por investimentos de baixo risco. Mas, em contrapartida, ele cita uma pesquisa com investidores não profissionais, apontando que as mulheres costumam ganhar mais na Bolsa de Valores do que os homens. “Isso acontece porque os homens têm o hábito de fazer giro nas carteiras devido ao seu excesso de confiança, gerando alto custos de corretagem; já a mulher é mais prudente”, afirma Trauchinski.

Na Goldrock Investimentos, o perfil das mulheres investidoras é bem diversificado e vai desde ao conservador até ao mais arrojado. “Como o mercado financeiro é como uma escola, à medida que o conhecimento das mulheres vai aumentando, elas se sentem mais seguras para buscar investimentos mais sofisticados e rentáveis”, diz Trauchinski. É o caso da proprietária da Clínica Cefit, a fisioterapeuta Michelle Azolin, 40 anos, que começou a investir seu dinheiro no mercado financeiro no ano passado com um perfil conservador e hoje é mais arrojada em suas aplicações. Investe hoje em dez carteiras com saldos conservador, médio e arrojado.

Michelle conta que deixou por muito tempo seu dinheiro parado em poupança e começou a buscar informações sobre rentabilidade. Pesquisou muito, ficou mais confiante e procurou uma corretora. “No Brasil, o investimento em mercado financeiro é baixo por uma questão de cultura. Nós temos medo de perder dinheiro, porque nossa política no passado não era muito segura. Ainda dá medo porque não sou do ramo, mas a com ajuda profissional e estou ficando cada vez mais confiante”, sentencia Michelle.

***** Classe médica prestigia exposição que retrata pessoas com a Síndrome de Williams

A médica Janaina Weingärtner (de calça comprida vermelha) e a presidente da Associação Paranaense da Síndrome de Williams, Luciana Milcarek (de blusa e calça comprida pretas) ao centro e pessoas com a doença com familiares.

Fotos:  Jana Weingärtner   

Exposição Faces do Amor na Associação Médica do Paraná 

**** A classe médica e vários profissionais de outras áreas prestigiaram a abertura da exposição Faces do Amor, na Associação Médica do Paraná, na quinta-feira, 28 de fevereiro. A mostra retrata com afetuosidade, através de fotografias da médica Janaina Weingärtner, pessoas com a Síndrome de Williams, também conhecida como Síndrome Willimas-Beuren, incluindo seu irmão que tem a doença. A abertura marcou a data que comemora o Dia Mundial das Síndromes Raras. A exposição fica em cartaz na Associação Médica do Paraná até 15 de março. A associação fica na Rua Cândido Xavier, 575, bairro Água Verde, em Curitiba.

***** Dicas para conservar fantasia de carnaval após a folia

O carnaval já passou e os foliões precisam manter limpa a fantasia para o próximo ano, após pular na rua ou no clube. O que fazer quando odores ou manchas ficam impregnados no tecido? O proprietário da Lavoutique Lavanderia & Costura, Driano Marsili, explica que as roupas de carnaval precisam ser lavadas corretamente, para evitar que os tecidos sejam danificados. Lantejoulas, vidrilhos, pedrarias, aplicações e bordados exigem cuidados especiais. Para não danificar o tecido da fantasia, é importante lavar da maneira correta e armazená-las também. Guardar em sacos de TNT de cor escura e separar as peças por cor são algumas dicas. E, caso não a pessoa não tenha tempo de lavar a fantasia corretamente, a recomendação é procurar uma lavanderia especializada.

Guardar as fantasias e acessórios de carnaval em sacos de TNT de cor escura e separar as peças ajuda na conservação das peças.  Foto: Freepik/No Sofá

***** Terapeuta conduz dinâmicas que levarão à jornada interior em Curitiba

A terapeuta floral e argilina Juliana Kurokawa irá coordenar uma das dinâmicas que levarão a uma jornada interior no encontro Viver com Propósito – Manifestando seu próprio dom, evento a ser realizado de 22 a 24 de março, em Curitiba. Paulista de São Carlos, Juliana deixou o mercado financeiro para se tornar terapeuta floral e argilina (utiliza a escultura em argila para avaliação e intervenção terapêutica). A terapeuta é tradutora de livros espiritualistas e é facilitadora de grupos de estudos do livro Um Curso em Milagres. Além disso, Juliana é facilitadora Miracle Choice, jogo que leva ao autoconhecimento e foi inspirado em Um Curso em Milagres. Informações e inscrições podem ser feitas através de http://bit.ly/ViverComProposito, 41 98405 9000 (WhatsApp) e manifesteseudom@gmail.com

Juliana Kurokawa para No Sofá

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